sexta-feira, 11 de novembro de 2011

EM REDOR DA ILHA DE CAPRI!

Após o café da manhã reforçado, pegamos o ônibus do Hotel e nos dirigimos para a Marina Piccola onde pegaríamos o barco para o passeio ao redor da Ilha de Capri.  O céu estava completamente limpo, de um azul maravilhoso, assim como o Mediterraneo. O sol enchia tudo de claridade e calor. Dia perfeito para navegar.  Sempre a algumas dezenas de metros da costa da ilha, o barco singrava aguas calmas e nós avistávamos maravilhados panoramas de incrível beleza. Toda costa era em sua maior parte alta, rochosa e de difícil acesso, freqüentemente porém abrem-se estupendas cavidades naturais, grutas de todos os tamanhos e formatos e pequenas praias. Na encosta do rochedo em meio a exuberante vegetação, vilas enormes aparecem, cercadas por jardins floridos e, com escadas fixadas na rocha, permitindo alcançar a praia, praticamente particular.  No alto do rochedo vislumbramos uma silhueta cilíndrica, alta, toda de pedra encravada na rocha, na ponta de um fundo precipício. Disse o guia tratar-se da Torre da Guarda, que desempenhou um forte aparato defensivo em séculos passados. Adiante, circundada por uma plantação de oliveiras e uvas, em meio a vegetação, uma belíssima e enorme construção, toda branca, realçando com o verde a seu redor e uma bela torre com suas vigias que se lançava ao alto. A Torre de Materita que, conforme o guia é na realidade uma das mais belas residências de Capri. Avistamos logo a seguir as ruínas do  Palácio de Tiberio, onde existem ainda vestígios de uma das mais notáveis e imponentes Villas Romanas, a Villa de Damecuta. Chama a atenção no meio das construções em ruínas, a Torre de Damecuta, uma forte e cilíndrica construção de blocos de pedras irregulares, construída no século XII para vigiar o movimento de naves corsárias. Continuando o passeio chegamos a mais famosa atração de Capri, um dos mais procurados passeios, a Grota Azurra. Como nosso barco era alto, descemos em grupo de três ou quatro pessoas para botes, que por seu porte entravam facilmente na grota. Quando chegou nossa vez, de fato ficamos fascinados. O barco entrou num túnel de rocha calcaria, iluminado por uma entrada de luz proveniente de uma caverna submersa, fazendo com que a iluminação viesse de baixo para cima, realçando um azul maravilhoso na escuridão da grota. Um passeio muito rápido, porem piu bello. Novamente no barco, avistamos os Farallones já próximo ao Porto de Capri, que se elevavam majestosos sobre o mediterrâneo. Manobrando o barco com conhecimento de causa, o piloto passou pela abertura na rocha de um dos Farallones, tirando suspiro dos passageiros. Logo mais o passeio se encerrava e desembarcávamos no Porto de Capri, onde pegaríamos o ônibus de volta ao Hotel. Dia seguinte pela manhã sairíamos para Pompeia. 









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