quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

VENEZA - Parte 2

Hoje procurei acordar mais cedo, tomei café e fui para o ponto do Vaporetto para Veneza. Se esperava pega-lo vazio ou, pelo menos, menos cheio, enganei-me. Pelo visto ele anda sempre cheio a qualquer hora. Desta vez porem consegui ir do lado de fora, pegando um ventinho, já que o calor estava presente com toda força. Desembarcamos no grande calçadåo e ainda havia lojas e lanchonetes abrindo as portas, comparando com ontem, poucas pessoas estavam no vai e vem. Bem, calmamente, curtindo a delicia do ambiente, o espetacular visual e o barulho das ondas provocadas pelos barcos que cruzavam o canal, fui para o Palazzo Ducale, continuar a visita. Passei pela Porta Della Carta, pelo esplendoroso Pátio, pelas Escadarias e cheguei na Sala Del Senato, onde ontem suspendi minha visita. Logo a seguir entrei numa enorme sala que ocupava praticamente toda uma ala do andar. Era a Sala Del Maggior Consiglio, a maior sala do palácio, luxuosamente decorada, com paredes e teto pintados em alto relevo com aplicações de pø de ouro. Era a grande Camara do Conselho, onde se reuniam 2.600 aristocratas da época. Ao redor das paredes, hå retratos dos primeiros 76 Doges e uma lacuna com um véu preto em vez do retrato. Este espaço deveria ter homenageado o Doge Marin Falier, mas ele foi executado por conspirar contra o Estado em 1355.  No local ainda existe o Libro d'Oro (Livro de Ouro), do século XIV, onde eståo os nomes das famílias nobres que participavam do Conselho.  Até o século XVI todos os criminosos venezianos cumpriam suas penas no søtåo ou no porão úmido do Palazzo Ducale. Isso mudou radicalmente depois da construção das Prigione Nuove em 1598. A partir dai os criminosos desfrutaram do conforto das que eram consideradas as melhores acomodações prisionais da Europa. As prisões såo separadas do palácio por um canal que é cruzado pela conhecida Ponte dei Sospiri, provavelmente a ponte mais fotografada do mundo. Conta uma lenda romântica que dizia que, quando os prisioneiros cruzassem essa ponte fechada no primeiro andar, jamais retornariam. No bloco da prisão, escadas íngremes levam ao pavilhão de celas, algumas das quais ainda mantém o numero e a capacidade pintados sobre a porta e rabiscos em seu interior. Deixando o Palazzo Ducale, fui a um Traghetti de onde saem e chegam as Gôndolas, no Canal Grande. Três pessoas já estavam no local e eu fui o quarto, so faltava mais um para a lotação da gôndola. Demorou um pouco, por ser so mais um lugar, mas uma senhora chegou e partimos para um passeio por uma das vias aquáticas mais impressionantes do mundo. Palácios, Igrejas e Hotéis magníficos desfilavam pelas suas margens. Entramos por pequenos canais, passamos sob pontes lindíssimas, umas floridas outras com estatuas e monumentos. Restaurantes, lanchonetes e hotéis mantinham entrada pela água, balcões sobre os pequenos canais, pequenas e estreitas calçadas com lojas e lanchonetes acompanhavam os canais, Belos prédios se erguem com suas fachadas banhadas pela água. Difícil descrever tanta beleza.  Paramos um pouco para admirar a incrível Igreja Madonna Dell'Orto, fundada no século XIV e dedicada a Såo Cristóvão, patrono dos viajantes. O meu guia descreve a fachada da igreja do seguinte modo: " Dominando a praça e um canal, a Igreja possui uma bela fachada gótica, mas com uma falsa galeria no alto que é única. Uma imagem de Såo Cristóvão e um belo portal se destacam na fachada. Atras ergue-se uma esplendida cúpula em forma de cebola, equilibrada por um esguio campanário".  Continuando passamos sob a Ponte de Rialto, sempre muito movimentada e onde pegamos um engarrafamento de gôndolas. Då para acreditar?. Visitamos rapidamente a Galleria Dell'Accademia e o Hotel Regina, dois belos prédios, cuja fachada da para o Canal Grande. Finalizando o passeio, já tendo deixado a gôndola, visitei o Panteão de Veneza, o Castelo de Santi Giovanni e Paolo, o local do repouso final dos Doges e heróis da cidade. A Igreja de tamanho impressionante é toda de tijolos vermelhos e ornamentação em pedra. O interior é sombrio e suas paredes forradas de túmulos e monumentos. Dia o guia que nåo menos de 25 Doges eståo enterrados aqui. Bem, nåo sendo muito de meu gosto, deixei rapidamente o local. Ja passavam de 15 horas e nåo havia ainda almoçado, ou pegado o pranzo, o que fiz na Piazzale Roma, onde pegaria o Vaporetto de volta para Mestre. Como o ultimo Vaporetto sairia as 21.00horas, ainda tomei uma taça de vinho no famoso Florian, ouvindo musica italiana e despedindo-me de Veneza com um Até Breve.









segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

VENEZA A MARAVILHA!

Cheguei por Mestre onde hospedei-me no Hotel Sirio, muito agradável e confortável, na Via Circonvallazione, ainda pela manhã. Após arrumar as malas, segui para o embarcadouro onde peguei um Vaporetto para Veneza. Como nåo havia mais lugar no lado de fora, fui na parte de baixo do Vaporetto e, assustado, percebi que estava ao nível do mar, as pequenas ondas lavando as janelas. No caminho passamos por imensos navios de turismo, enormes e maravilhosos iates e veleiros com bandeiras diversas, lanchas oceânicas também de bandeiras diversas, sinal que Veneza deveria estar lotada de turistas. Pouco depois desembarcávamos na parada de Vaporetto de San Marco, um grande e largo calçadåo com muitas lojas, restaurantes, mercearias, cafés em toda extensão. Ali adquiri meu guia de Veneza e comprei minha garrafa de água, inseparável por causa do calor.  Uma pequena multidão encontrava-se ali, andando de um lado para outro, indo e vindo e, chegando mais vaporetti. ao longe jå enxergava duas enormes colunas, uma com um grande Leão Alado, símbolo de Veneza no topo e outra com Såo Teodoro pisando no Dragão. Sem duvida era a entrada da Piazza di San Marco. Fui para lå, passei sobre um canal por uma ponte e cheguei então a Piazza de San Marco, o coração histórico de Veneza, cuja visão é de tirar o folego. Napoleåo descreveu a praça como sendo a maior sala de estar da Europa. Cercada de museus, lojas chiques e cafés, ve-se em frente a espetacular Basílica di San Marco, um dos mais belos edifícios medievais do mundo, o coração espiritual de Veneza, coberto de mosaicos e objetos preciosos. de outro lado o Palazzo Ducalle, o polo político e jurídico do governo veneziano, o maior, mais imponente e luxuoso edifício cívico em Veneza, de outro lado da Basílica, um pequeno espaço guardado por antigos leões de mármore, cujo nome é piazzetta dei leoncini, é dominado pela Torre Dell'Orologio. Esta espetacular e lindíssima torre medieval, possui um relógio zodiacal com figuras mecânicas e é encimado por um enorme leão dourado. Nas laterais da praça prédios com arcadas se erguem. Såo os escritórios dos procuradores de San Marco. A Procuratie Vecchie do século XVI em frente e a Procuratie Nuove do século XVII. Dois cafés históricos, com interiores luxuosos e serviço impecável espalham suas mesas pela Piazza e uma orquestra anima os fregueses. Såo o Florian e o Quadri. No Florian jå bem movimentado, fomos conhecer suas salas, finamente decoradas, com as paredes recobertas por pinturas com motivos variados, principalmente religiosos ou de época. Num dos cantos da Piazza,  atraindo muita gente, eståo os famosos cavalos de bronze, criaturas poderosamente evocativas foram saqueadas de Constantinopla em 1204 e såo o único grupo sobrevivente de charrete com quatro cavalos da antiguidade. Eståo na Piazza de San Marco hå oitocentos anos. Entrei na Basílica di San Pedro e estranhei um pouco a penumbra em seu interior. Uma placa indica a porta de Sant'Alipio, como uma das cinco que levam ao átrio, após subir uma íngreme escada que o leva ao nível dos mosaicos. De la sai-se para o balcão e tem-se uma vista espetacular da Piazza San Marco. No nível do chão o principal ponto de interesse é a Pala D'Oro, uma tela de mármore bizantino que esconde a chancela e o altar-mor, onde eståo os restos de San Marcos. Atrás do altar fica a Pala D'Oro, um grosso retábulo de ouro e prata de 1342. Ele é coberto por mais de três mil pedras preciosas e 80 placas esmaltadas dos séculos X a XII. Ao lado estå uma bela Capela, da Madonna Nicopeia. Em seguida dirigi-me ao Palazzo Ducale, cuja primeira impressão deste Palácio de Conto de Fadas såo inesquecíveis. No palácio se reuniam os conselhos que governavam Veneza, a casa do Doge, os tribunais de justiça, o serviço publico e as prisões. Atravessando a bela fachada frontal em rosa e branco, entra-se pela Porta della Carta, toda floreada e sai-se num grande pátio, de onde saem duas imponentes e extravagantes escadarias, a Scala dei Giganti e a Scala D'Oro, de estuque e folheada a ouro. No primeiro andar visitei a fenomenal Sala Del Maggior Consiglio, a maior sala do palácio, com seu teto e paredes pintados e dourados em alto relevo, no segundo os Aposentos do Doge, que incluem uma serie de salas intimas com tetos esplendidos e lareiras maravilhosas. Mais ao fundo a Sala del Senato, onde 300 membros se reuniam. Bem, hora de pegar o vaporetto de volta para Mestre. Amanhå retornarei a Veneza. Novamente o vaporetto lotado, pessoas em pé e eu vendo a linha d'água na janela. Acho que eles exageram na lotação. Bem, na parte 2 de Veneza, continuarei sobre o Palacio e outras maravilhas de Veneza.









domingo, 4 de dezembro de 2011

ROMA CIDADE ETERNA - FOTOS E FILMES


















ROMA CIDADE ETERNA Parte 6

Mesmo tendo me recolhido ontem muito cansado, hoje acordei e levantei-me mais cedo. Consequentemente tomei meu café mais cedo e sai mais cedo também. Peguei o ônibus e desci ao lado do Circo Massimo, andei um pouco e cheguei na Piazza della Bocca della Veritå. A Bocca della Veritå, uma tampa de bueiro medieval, cuja lenda diz que ao colocar a måo em sua boca, se fosse um mentiroso ela o engoliria. Coloquei a minha e a tirei intacta. Ou nåo sou mentiroso ou a lenda nåo funciona. Ela estå no pórtico da Chiesa de Santa Maria In Cosmedin. Na piazza temos também a Fontana dei Tritoni, o Arco de Janus do século IV, coberto de mármore com quatro faces e a Chiesa de San Teodoro, uma Igreja circular com mosaicos do século IV. De lå, como o calor estava abrasador, peguei minha rota preferida, a calçada que margeia o Rio Tibre, com sua sombra patrocinada pelas arvores que margeiam a calçada. De lå olhava o rio correndo por sob pontes lindíssimas, passei pela Ilha Tiberina com suas construções medievais. Nas margens do Rio, com acessos por escadarias, diversos restaurantes e verdadeiros clubes desfilam lado a lado, até cinemas ao ar livre. Um local muito freqüentado pelos romanos. Atravessando a ponte Luiz XV, fui enfim visitar a famosa Fontana de Trevi e jogar lå minha moeda garantindo o retorno. A Fontana, mundialmente conhecida por fotos e filmes, nada fica a dever na realidade. Exuberante, formosa, altiva se sobressai na pequena piazza atulhada de turistas e lojas. Difícil mesmo de se fazer uma foto. A piazza muito pequena e a fonte muito grande. De la até a Chiesa de Santa Maria Maggiore é uma boa caminhada, porém vale a pena para conhecer esta belíssima Igreja e o maravilhoso Baldaquino do século XVIII em seu interior. Roma nåo se esgota por aqui. A cidade é um museu a céu aberto. Palácios, museus, fontes, estatuas, Igrejas, belas praças, famosas lojas nos impressionam a cada esquina.  A historia da cidade, suas relíquias, seus tesouros, sua memória espalham-se por todo lado. Roma é bela, magnifica, vibrante, orgulho de seu povo e admirada no mundo inteiro. A noite romana é elegante, requintada, romântica, alias em toda Italia. Restaurantes, bares e cafés ao lado de monumentos históricos famosos, em piazzas magnificas. em cenários de sonho. Ontem mesmo, na Galeria da Piazza della Republica, a inauguração de uma sala de espetáculos foi uma grande festa. Artistas do cinema italiano, de televisão, jornalistas, cinema, publico, todos educados, comportados, sem gritarias e correrias. Drinks e refrigerantes servidos a todos, artistas, convidados, publico em geral. uma grande festa, da qual participei até certa hora, por encontrar-me cansado demais. Senti-me um privilegiado, sortudo, por ter a chance de percorrer Roma em detalhes, conhecer o cotidiano da cidade, percorrer algumas das centenas de Igrejas, Palácios, Villas, Ruas famosas no mundo. Convivi com nativos de Roma, fiz algumas poucas amizades, a barreira da língua foi logo derrubada, principalmente pela gentileza e receptividade dos italianos, agradáveis, simpáticos, alegres. Experimentei pedir comida e lanches pelo cardápio, sem saber ao certo do que se tratava e, em pouquíssimas ocasiões, dei-me mal. Agora, em casa, escrevendo esse blog, minhas recordações eståo mais vivas do que nunca, trazendo-me saudades dos espetaculares momentos na Italia. Novamente agradeço muito aos meus amigos Marcondes e Clayton e a sua competente equipe da Cultura Viagens, pelas sugestões, providencias com aluguel de carro, hospedagens, seguros, enfim, por toda assistência que me prestaram durante minha estadia na Europa, que ocorreu sem qualquer contratempo. Bem, paro por aqui. no blog seguinte ainda falarei sobre Veneza e depois percorrerei a França da mesma maneira que percorri a Italia.













sábado, 3 de dezembro de 2011

ROMA CIDADE ETERNA 5a. Parte!

Despertei hoje ja com meu destino na cabeça. Seria o Vaticano, mais precisamente na Piazza de San Pietro, onde o Papa Bento XVI falaria ao povo. Em pouco tempo cheguei a cidade do Vaticano, capital da Igreja Católica. É o menor Estado do mundo, ocupa 430 mil metros quadrados, todo cercado por altas muralhas. Estado soberano desde 1929, é governado pelo Papa, único monarca absoluto da Europa. Cerca de 500 pessoas vivem la e, alem das acomodações para religiosos e funcionários, a cidade tem seu próprio correio, banco, moeda, sistema judiciário, radio, lojas e um jornal diário, o l'Osservatore Romano. Numa das pontas da enorme Piazza ergue-se a Basílica di San Pietro, a igreja mais famosa da cristandade, cuja escala monumental impressiona os visitantes. O maior edifício da religião católica no mundo, tem proporções enormes. 218 metros de comprimento, 137 metros de altura, acomoda até 60 mil pessoas em seu interior, 778 colunas, 44 altares, 135 mosaicos e 395 estatuas. No centro da praça ergue-se o Obelisco, trazido por Caligula, de Alexandria, no Egito. Impressiona também a colunata de Bernini que fecha os dois lados da Piazza. Nesse dia fui informado que nåo haveria a fala do Papa, pois o mesmo encontrava-se ausente, o que já havia notado pelo pequeno numero de pessoas na Praça. Fui então percorrer a Basílica. Subi a ampla escadaria, passeio ao lado da Loggia delle Benedizioni, onde o Papa fica ao abençoar as pessoas e parei junto a Porta Santa, uma Porta de Bronze que é aberta somente uma vez a cada 25 anos, em um ano santo. Visitei a original Pietå de Michelangelo e, impressionado, visitei o Baldacchino, diretamente abaixo do domo, uma cúpula enorme coberta de mosaicos e estuques dourados. O Baldacchino, um incrível dossel de bronze, com 29 metros de altura, colunas retorcidas decoradas com ramos dourados de louro e oliveira e com abelhas e o emblema da família Barberini, do papa Urbano VIII, que fica sobre o Altar da Confissão, onde so o papa pode celebrar a missa. Sob o Baldacchino fica a tumba de Såo Pedro, iluminada por 99 lâmpadas, uma estatua de Såo Pedro e a extraordinária Cattedra, a cadeira que supostamente foi usada por Såo Pedro. Quase ao lado esta o Batistério, cuja pia é feita de um antigo sarcófago de pórfiro, tirado da tumba de Adriano. Embaixo de uma das grandes colunas que sustentam o domo, fica a entrada para as grutas do Vaticano, que såo forradas de tumbas de Papas. La, por elevador sobe-se até o terraço e, então mais 330 degraus até uma plataforma e, ainda, uma escada em espiral que o leva ao topo da lanterna e onde, após respirar demoradamente para recuperar o fôlego, tem-se uma vista espetacular de Roma. Finalmente, saindo da Basílica, fui conhecer o Musei Vaticani, o maior e mais rico complexo de museus do mundo, com pelo menos 1.400 salas e enormes galerias, das quais percorri umas seis ou sete salas, percorri algumas galerias e fui conhecer a Capela Sistina, verdadeira maravilha, local do conclave dos cardeais, que se reúnem para eleger um novo Papa. Fim da manhã, hora de almoçar ou pranzo. Fui para a padaria Il Forno, que me recomendaram como as das melhores pizzas de Roma. De fato refestelei-me e recomendo. A padaria fica na Piazza Campo dei Fiori, que a esta hora fervilhava com tratorias, livrarias e um grande e movimentado mercado. Fiquei sabendo depois tratar-se de uma das mais interessantes e animadas praças de Roma. Para curtir a tarde fui rapidamente para a Piazza di Spagna e Scalinata di Trinita dei Monti. Incrível e maravilhosa a Scalinata di Trinita dei Monti ou Escadaria Espanhola é uma das mais belas escadas do mundo. Desce em curvas muito elegantes a encosta que se estende da Igreja de mesmo nome até a Piazza di Spagna. No verão la såo apresentados desfiles de modas, pena que nåo assisti a nenhum. Na Piazza ha uma belíssima fonte em forma de barco, a Barcaccia, construída em 1627 pelos Bernini, pai e filho. Ela fica enfiada no chão para compensar a baixa pressão da Acqua Vergine que a alimenta, dando a impressão que é realmente um barco naufragado. Para findar o dia dirigi-me a Piazza della Rotonda, uma linda praça com cafés, um chafariz e um obelisco egípcio do século XIII a.C, construído por Ramsés II. Nesta praça situa-se o Pantheon, espetacular construção, um feito arquitetônico dos engenheiros da Roma Antiga, o prédio da antigüidade mais preservado na Italia. Uma cúpula de base circular ligada a um pórtico retangular. As paredes que sustentam a cúpula tem 7 metros de largura. O buraco circular no centro da cúpula, a única fonte de luz natural mede 9 metros de diâmetro. O pórtico é sustentado por colunas de granito egípcio e as portas såo de bronze trabalhado. Enquanto anoitecia, sentei-me num gracioso café da praça, tomei um capuccino caldo, apreciei o incessante movimento e, caminhando, retornei ao Hotel.