sábado, 15 de outubro de 2011

MATINATA .

Durante o café da manhã no Régio Hotel Manfredi, encontramos os participantes da Noite de Humor de ontem e os agradecemos, pois nos divertiram muito. Em seguida, com as toalhas no carro e já com roupas de praia fomos conhecer Matinata, um balneário próximo.  Muito conhecido por seu Azeite de Oliva e por sua Gastronomia, esse balneário é muito procurado por Italianos, sendo porem raros turistas de outros Países, por ser pouco conhecido no exterior.  Passamos pela pequena cidade e entramos no Lungomare de Matinata, encontrando então o Camping do Giuseppe, onde estacionamos nosso carro, após pagarmos a entrada. O Camping estava lotado, porém era muito espaçoso, com um restaurante, bar de praia, sanitários, lojas de conveniência, área de descanso com cadeiras e mesas nas sombras de arvores, churrasqueiras, duchas e um enorme estacionamento. No final da área uma rampa leva a praia libera, lotada de banhistas. Uma praia um tanto estreita porem de uma beleza impar, mas, para nossa surpresa no local da areia de praia o chão era de seixos, de todos os tamanhos e formas, difícil de andar mesmo com tenis. Tomando a esquerda, localizamos uma parte de praia reservada, com guarda-sois, espreguiçadeiras e mesinhas. La fomos informados que nåo cobravam aluguel para quem almoçasse no Restaurante deles, que ficava bem em frente, no alto de um paredåo. Topamos e por lå ficamos. Tomando um refrigerante gasoso de uva, geladinho, com um copo de anguria(melancia) também gelado, nåo queríamos outra vida. Sob o guarda-sol, refestelado na espreguiçadeira, sentindo uma suave brisa e de frente para um mar de um azul estonteando, estávamos no Paraíso. Até o momento de levantarmos para dar um mergulho. Quem conseguia andar descalço naquelas pedras? Era difícil até ficar de pé, quanto mais dar um passo. Chegar a poucos metros de uma praia linda, de um mar azul e nåo entrar, seria muito frustrante. Com esforço consegui chegar na beira d'água, mergulhar os pés, depois a perna e, as ondas pequenas e fracas me empurravam de um lado para outro. Nåo conseguia me firmar, pois os pés sentiam as pedras por baixo. Era muito doloroso. Quem olhava de longe parecia estar vendo um bêbado na praia. Afinal resolvi mergulhar e tirar o peso dos pés. Que alivio. Com água pelo peito meu peso sobre as pedras era mínimo e, que água deliciosa, nem quente e nem fria. Fiquei lå durante horas, mergulhando, nadando de um lado para outro, Minha filha veio me fazer companhia e então curtimos aquele bela praia.  O sol já caminhava para trás das montanhas, quando resolvemos sair da água e almoçar. O sacrifício foi enorme para sair da água e chegar em nosso guarda-sol. levei dois tombos e, com os pés doloridos, jurei que compraria um sapato de praia hoje ainda. Almoçamos e nåo cumpri o juramento pois o Indiano que vendia os sapatos já havia ido embora. Amanhå seria a primeira coisa a fazer. De tênis caminhamos pela praia apreciando aquele maravilhoso mar, tomando o resto de sol da tarde e, quando resolvemos ir embora, a praia e o Camping já estavam quase vazios. Retornamos então ao Hotel, onde, de noite haveria novos shows. Hoje seria novamente show de humor e danceteria. Eu e Fernanda marcaríamos presença.






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