Por uma estreita e sinuosa estrada, cruzando algumas vezes com as trilhas do Parque Nacional da Floresta Umbra, intercalando vegetação densa com amplas clareiras criadas pela formação de cavernas e de buracos, que servem para armazenar água para os animais silvestres. Em certos pontos a vegetação é tåo densa que esconde a claridade do sol. Numa dessas passagens conhecemos o " Colosso del Floresto", uma gigantesca arvore medindo aproximadamente 40 metros de altura, com um diâmetro de 5 metros, local que bandos de corujas escolheram para seus ninhos. Entramos na cidade de peregrinação de Monte Sant'Angelo pela rua principal, onde, de ambos os lados da rua lojas comerciais vendem de tudo, desde condimentos a artigos religiosos. No final da rua, uma pequena praça e a Basílica di San Michele, construída em 1273 sobre uma caverna onde apareceu em uma visão cerca de 800 anos antes, o Arcanjo Miguel. Ao lado do Altar Mor, uma escada leva até o local, hoje Santuário di San Michele, após atravessarmos quatro portas de bronze esculpidas, todas do século XI. Deixamos o carro no estacionamento e, a pé visitamos as Chiesa di San Pietro e a di Santa Maria Maggiore. Apesar de pequena a cidade tem 14 Igrejas de Santos diversos. Subindo a rua principal, chegamos ao Castelo Sant'Angelo, imponente na parte mais alta da cidade, dominando todo a Península do Gargano. Passamos por uma ponte sobre um fundo posso que circunda todo castelo, antigamente era uma ponte suspensa, e entramos por um enorme portal em arco que desemboca numa pequena praça onde ergue-se o prédio da Guarda e o enorme deposito de armas e munições. Atravessando esse pátio entramos no corpo do Castelo, onde eståo os inúmeros aposentos, amplos salões, masmorras e túneis, tudo construído em pedras. De um amplo salão denominado Sala do Tesouro, saímos para outro grande pátio interno e, por uma escada estreita, de pedra, até o topo da Torre de Vigilância, de onde tem-se uma vista belíssima de toda a região. Novamente nos assalta aquela sensação estranha de estarmos em outra época, andando entre armaduras, armas medievais, utensílios de cozinha. Uma caminhada pelo passado, que com certeza jamais esqueceremos. Ja com a tarde avançada, deixamos o Castelo, tomamos um refrigerante no bar fora do Castelo, com suas meses colocadas na calçada e retornamos ao Hotel, onde novamente teríamos uma noite de shows promovido pelos funcionários. E olhem, foi muito legal, demos boas risadas, numa noite também excelente, lua clara e temperatura ideal.

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